10 janeiro 2006
Teste
A)

B)

C)

D)

E)

F)

G)

Publicada por Farpas às 22:21 0 comentários
Fax

Publicada por Farpas às 22:00 1 comentários
09 janeiro 2006
Propaganda, Publicidade, Marketing...
Após a explicação do Nuno fico com a certeza que o caso não é de Propaganda ("tem somente o objectivo de veicular e transmitir valores ideológicos") uma vez que no caso do Personagem ele não transmite nada! Talvez um "hummm....errr....ahhhh" de vez em quando, mas valores ideológicos?... acho que podemos pôr essa de parte. Por outro lado não posso pôr de parte a "Publicidade" ("intuito comercial") porque ninguém arranja 3.7 milhões de € assim sem mais nem menos dizendo que não é financiado por nenhum partido, não acredito que os "doadores" tenham dado o dinheiro só porque estão preocupados com Portugal e achem que o Personagem é a melhor pessoa para estar à frente da PR!! Mas também não é publicidade, segundo o Nuno é Marketing Político, mais uma vez faz sentido! Se de facto entendi bem o marketing serve para levar as pessoas a "acreditar" num produto, ora se isso é verdade aquele que precisa de mais tempo de antena é sem dúvida o personagem. Os media não têm culpa, aliás eles deviam ser elogiados pela sua atitude! O que eles estão a fazer é simplesmente insistir no Personagem para ver se a Publicidade se transforma em Propaganda, entretanto os seus esforços (em vão) são vistos como Marketing político... como vocês são injustos!...

Publicada por Farpas às 17:08 4 comentários
08 janeiro 2006
Direito de Antena

Publicada por Farpas às 19:13 3 comentários
Crimson Room
Publicada por Farpas às 17:39 7 comentários
07 janeiro 2006
É feio... não é bonito!
Publicada por Farpas às 15:35 3 comentários
Pixels
A Página dele é ESTA:
Publicada por Farpas às 15:06 2 comentários
Qual cidade??!
Retirado sem vergonha nenhuma ao blog
Publicada por Farpas às 02:59 1 comentários
06 janeiro 2006
Ano Novo à Sadam

Publicada por Farpas às 00:40 2 comentários
Òh Esculápio decide-te lá!!
5.000 A.C. - Tome, faça um chá com esta planta.
1.000 A.C. - Plantas são uma coisa pagã. Tome, diga esta oração.
1.700 D.C. - Reza é superstição. Tome, beba esta poção.
1.920 D.C. - Poção é uma coisa de índios. Tome este comprimido.
1.960 D.C. - Esse comprimido está ultrapassado. Tome este antibiótico.
~2.000 D.C. - Esse antibiótico não funciona. Tome, faça um chá com esta planta.

Publicada por Farpas às 00:16 0 comentários
P, p, p, p, p, p, p.... pararei.
Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos.
Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.
Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres.
Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.
Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.
Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.
Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.
Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal.
Povo previdente!
Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal por que pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses.
-Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.
-Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.
Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para pros seguir praticando pinturas.
Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:
- Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?
- Papai, - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro!
Passando pela ponte precisaram pescar para poderem pros seguir peregrinando.
Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro.
Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém,
Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos.
Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas.
Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando...
Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar...
Para parar preciso pensar. Pensei.
Portanto, pronto pararei.
Publicada por Farpas às 00:03 0 comentários
04 janeiro 2006
Excelente
A maneira do Google comemorar o aniversário de Louis Braille:

Publicada por Farpas às 22:15 2 comentários
Jet 7,8,9,10,11,12,...
Tomás inclinou-se no sofá, pegou numa das revistas amontoadas sobre a mesinha e folheou-a distraidamente. Enormes fotografias de pessoas bem vestidas enchiam as suas páginas com sorrisos iguais, quase esteriotipados, anunciando ao mundo a felicidade cor-de-rosa dos seus casamentos ou a animação frívola das festas lisboetas; eram revistas de sociedade, de gente bem em poses cuidadas, encenadas, exibindo homens de aspecto próspero e vistosas camisas de marca, desabotoadas junto aos colarinhos, posando ao lado de loiras oxigenadas, a pele estragada pelo Sol e as faces pesadamente maquilhadas; tornava-se evidente que aquelas personagens tinham declarado guerra ao passar dos anos, num esforço vão, grotesco até, para reterem a beleza que a idade inexoravelmente lhes roubava em cada instante, a juventude que se perdia a cada respiração, ao ritmo em que a areia desliza numa ampulheta e é largada pelo sopro do tempo.
Publicada por Farpas às 22:03 1 comentários
Sinais

Publicada por Farpas às 21:48 1 comentários
03 janeiro 2006
Uma grande tristeza
Publicada por Farpas às 14:55 4 comentários


































